terça-feira, 1 de setembro de 2009

neve do cerrado


quase fiz um boneco:
 
o floco (que é, na verdade, a semente flutuante da árvore espinhuda acima):

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Partido Verde


toda quarta, na sede do PARTIDO VERDE, no Conic (Edifício Miguel Badya, sala 218 - 3366.1162), às 19:00hs, há reunião para apresentação de idéias e para filiação. participe.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Beije-me de Nicolas Behr

terça-feira, 5 de maio de 2009

Leitura poética simultânea mundial

sexta-feira, 27 de março de 2009

Lançamento do livro MÃO BRANCA

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

misteriosa

linda como a cidade

domingo, 21 de dezembro de 2008

flamboyant

caminhos floridos

sábado, 20 de dezembro de 2008

chuva em dezembro

saudade da seca

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

na raiz do poder


terça-feira, 21 de outubro de 2008

Festival Tupanzine

festival tupanzine
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quarta-feira, 23 de julho de 2008

Enterprise do Batman


que batmóvel ou mach 5 ou chicabum nada, a máquina do batman é a enterprise. hehehe.

sábado, 12 de julho de 2008

a vez da magrela

Severino Francisco
severino.francisco@correioweb.com.br
Correio Braziliense de 12/07/2008

Será que nós, que vivemos nas grandes cidades, estamos necessariamente condenados ao caos, à desumanidade, à indiferença, à maquinização dos humanos e à humanização das máquinas? Felizmente, a resposta é não, se olharmos para Barcelona, Paris, Amsterdam. Mas isso implica uma mudança de hábitos, com a perda dos privilégios imperiais do carro, melhoria dos transportes públicos, ênfase no uso da bicicleta, em lugares para pedestres e em espaços para a cultura.

Para fazer um passeio pelo tema e por Brasília eu convidei, na condição de consultor, o meu amigo Uirá Lourenço. Afinal, ele tem autoridade para falar sobre o assunto: pedala diariamente para o trabalho e para a faculdade como meio de transporte, mas também e, especialmente, pelo prazer de trafegar em cima da magrela. Chegou a pedalar sozinho de Brasília a Três Marias (MG), em um percurso de 500km, para desafiar os limites do corpo e da mente, em uma experiência inesquecível.

Paris e Barcelona estão utilizando um sistema de bicicletas públicas espalhadas pela cidade. Você só paga uma taxa de manutenção. Em Brasília, o relevo plano e o clima são propícios aos ciclistas e, mesmo com a falta de melhores condições, é muito agradável pedalar pelas ruas e cortar caminho pelos gramados, observa o nosso consultor de magrela. O motorista dificilmente percebe as sutilezas e a beleza singular de Brasília. Nas suas pedaladas, Uirá pára e aprecia as corujas, os tucanos, os gaviões e outros pássaros que voam por ali, tão perto e, ao mesmo tempo, tão longe dos motoristas apressados.

Em outros países, especialmente da Europa, executivos de empresas e pessoas com alta renda se locomovem de bicicleta com o maior orgulho. Por aqui, o cidadão que optar pela magrela ou pegar ônibus pode ser confundido com um pobre, ser considerado um mão de vaca ou excêntrico.

Pedalar significa, também, rapidez. Por incrível que pareça, a comodidade do automóvel está em baixa. Nos congestionamentos provocados pelo excesso de carros, quem opta pela bicicleta leva vantagem. Quando trabalhava no Ministério do Meio Ambiente, Uirá chegava a desafiar os amigos que iam de carro. Todos saíam no mesmo horário e ele chegava, no mínimo, 10 minutos antes ao local combinado.

Talvez o maior barato da bicicleta seja a liberdade. Liberdade de circular pelas vias e de cortar caminho. Liberdade de transitar pelo asfalto no trajeto para o trabalho e encarar trilhas nos fins de semana. Liberdade de estacionar de forma rápida, sem precisar dar inúmeras voltas para achar uma vaga. Liberdade de não ser aporrinhado pelos flanelinhas. Basta uma árvore, uma placa de trânsito ou mesmo uma lixeira para amarrar a magrela.

Por todas essas condições, Brasília poderia se tornar exemplo e incentivar o uso da bicicleta não só pelos moradores, mas também pelos turistas que vêm à cidade. Já imaginou fazer um trajeto cicloturístico pelo Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios, passando pelo Congresso Nacional até a Ponte JK? Nossos ministros do Meio Ambiente e das Cidades deveriam ser os primeiros a dar o exemplo, provoca Uirá. Já imaginou nossos ministros e deputados estacionando, não uma Mercedes com cascata artificial e filhote de jacaré, como diz o Nelson Rodrigues, mas as suas magrelas nos bicicletários do Congresso?

segunda-feira, 5 de maio de 2008

muerto

http://giovaniiemini.esta.podrido.com

sábado, 16 de fevereiro de 2008

estação espacial

base de lançamento das brincadeiras criativas:

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

esplanada

monumental:

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

família

corujas buraqueiras:

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

músico


- qual teu nome, violeiro?
- põe ai: David Machado - Músico.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

acidente na w3

domingo, 10 de fevereiro de 2008

sonhos alagados

voltei ao bosque no Paranoá. pura decepção! acreditei nas notícias metereológicas que diziam que este ano não choveria o suficiente para encher o lago. falácia. o Paranoá já está com plena capacidade. e o bosque? bem, tá alagado (literalmente, hehehe)













ao menos o lugar continua vivo e belo.












né?












o que me resta é buscar um novo espaço público para fazer o bosque. se o Governo não se posiciona e ocupa a área, eu farei isso. mas, entenda: não serei como os Pedros Passos, grilando e lucrando. criarei uma área livre, anárquica e muito verde. para nós e para nossos irmãos vegetais e animais.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

ovos de caramujo


ontem de madrugada a caramuja colocou ovos. dura uns 10 dias a incubação. sairão uns 60 pimpolhos.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

minha brasília

w3 norte:

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

minha brasília

respeito:

domingo, 3 de fevereiro de 2008

minha brasília

parada de ônibus de concreto com biblioteca t-bone:

sábado, 2 de fevereiro de 2008

minha brasília

jaca e cobogó:

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

minha brasília

torre de tv:

domingo, 27 de janeiro de 2008

Domingo na Torre

não há tédio quando este céu esparramado abraça o cerrado, a cidade futurista expõe seu poder e sua pobreza entre monumentos e toldos, o prazer de outras raízes se mistura às de todos nós no centro físico e imaginário de Brasília.

domingo é dia de acarajé na Torre de TV. coisa boa e natural. pena que a fofoqueira profissional Jane Godoy, do Correio Braziliense, esteja fazendo uma campanha para tirar as barracas do local, pois ela e suas amigas dondocas do Lago Sul acham feios os toldos...

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Bosque no Paranoá

No dia 28/12/2007 fui à beira do lago Paranoá, perto da Ponte do Bragueto no final da Asa Norte (entre a boca de lobo da Caesb e a área de pesquisa da Unb), e plantei o início do meu projeto de "mãozinha" ao planeta. A idéia: as pessoas tiram tudo que precisam da natureza; serei um cara que ajuda o verde em retribuição.


Exibir mapa ampliado

Talvez as árvores precisem apenas de alguém que as ajude a espalhar suas sementes. Farei isso, serei uma espécie de Plantador Maluco, enterrando aleatoreamente sementes na margem do lago para criar um bosque caótico e natural. Eu o apelidei de bosque de Aknaton, depois de bosque de Tiauhanaco, até com meu próprio nome vislumbrei o lugar daqui há séculos (hehehe). Contudo, não o nomeei. Deixo para a melhor ocasião.



Pesquisei o lugar baseado em observações "in loco" e informações do conhecido oráculo google . Descobri fatos interessantes! O lago foi infestado por Mexilhões Dourados, uma espécie chinesa que invadiu as bacias hidrográficas do mundo pois não tem predadores naturais. O lago também está infestado de escargots (isso mesmo), conhecidos como caramujos africanos. Na década de oitenta, muitos criadores que vendiam o bicho, exportando para a Europa, resolveram se desfazer dos negócios pois o lucro tava baixo. Soltaram as feras nos quintais de casa. Os caramujos estão devorando tudo desde então. Nas margens do lago já encontrei umas crianças com mais de 350 gramas.


Há muito tempo observo garças, patos selvagens, quero-queros, ben-te-vis, corujas e outras dezenas de aves utilizando o lago como habitat, caçando comida às margens, pescando e até beliscando algum caramujo que descobrem no meio das folhagens. Pensei em unir todas as espécies no mesmo lugar, no bosque.

Com algumas árvores frutíferas e de proteção, palmeiras e arbustos na margem do Paranoá, o ambiente se transformaria. Os frutas cairiam nas águas e os peixes os comeriam. As aves frenquentariam o local, tanto por causa dos frutos e das árvores para ninhos quanto para comer os peixes que se aglomerariam ali.

Os restos de frutos e peixes, juntamente com a vegetação, acumulados e apodrecidos, atrairiam os caramujos, que se reproduzem velozmente quando há alimento abundante. Eles se tornariam a base da cadeia alimentar do habitat, do bosque, juntamente com os mexilhões. É verdade que estes não têm predadores naturais, mas não quer dizer que os pássaros não os adorem como petisco. É difícil abrí-los, só isso.



O bosque ofereceria sombra, segurança e alimento, tanto para as aves quanto para os peixes. O local ficaria propício ao crescimento dos caramujos, além de já estar lotado de mexilhões, ambos laricas irresistíveis dos pássaros (que já perambulam por toda a cidade). Seria um santuário anárquico e livre.

Para concretizar essa maluquice só é necessário água (tem de monte), terra boa (é ótima), espaço (ninguém pode cercar o lago) e, por fim, algum doido que se proponha a cumprir esta difícil tarefa de "plantar sementes".


Este sou eu. Será que vai funcionar?


No dia 28/12 plantei 250 sementes entre araticum, jabuticaba, lichia, laranja, limão, pingo d´ouro, flamboyant e outras que encontro pelas árvores da cidade. Aliás, sabiam que a semente é composta por oxigênio e silício, a mesma estrutura da memória RAM dos computadores? Talvez a semente seja a memória instintiva da natureza, um programa genético-biológico alienígena para adaptação do ambiente. hehehe! Adoro ficção científica!

Voltei na semana seguinte, no domingo, e plantei mais 450 sementes, entre flamboyant, siriguela, acerola, pitanga, manga, goiaba e outras que estavam guardadas nos bolsos durante minhas caminhadas pelas ruas candangas. Vi que, da semana anterior, apenas umas 20 sementes já haviam brotado.

Será que vai dar certo? Tomara, pois não não vou desistir.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

--- nova fase ----

este blog passa por modificações. em breve sua nova forma.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

ezine de literatura

http://www.bardoescritor.net/
o Ezine de Literatura Bar do Escritor está na sua 12a rodada, com a HQ Sei lá, de Mão Branca e Rafael Pereira, além de contos, crônicas e poesias dos membros bebuns.
http://bardoescritor.blogspot.com/
no Blog do Bar acontece o lançamento dos ebooks de Emerson Wiskow e Alex Plunk. prestigie!

domingo, 11 de novembro de 2007

conto Sei Lá - breve em HQ

(veja o conto Sei lá na íntegra)